O Brasil precisa de uma PEC que o refunda em determinados pilares, e não de uma confusa, cara, burocratizante e injusta Reforma Tributária que virou uma reles disputa política de poder entre os autores das várias versões.
Esta semana o Grupo de Trabalho que lida com a reforma tributária na Câmara Federal se encontra com o Amazonas. É hora de refletir a respeito da oportunidade e dos riscos para a Amazônia e para Manaus em particular.
Na tarefa de aumentar a arrecadação sem elevar a carga tributária, o ministro Haddad revelou essa semana, em conversas com Roberto Campos Neto, uma série de graves distorções tributárias que somam R$ 300 bilhões. Além disso, afirmou que as Santas Casas e empresas vinculadas a ZFM não serão afetadas pelas mudanças
Vence esse torneio de desinformações o anúncio de que uma reforma tributária, cujo escopo a rigor se desconhece, promoverá um crescimento de 10% no PIB brasileiro, em 15 anos. Há, também, quem acredite em duendes.
A ministra Simone Tebet precisará também ser convidada a conhecer a Zona Franca de Manaus para então mudar de ideia e silenciar seus canhões que pretendem que o Amazonas vire geleia, como desejava o comandante na canção de Geni.