O apelo do fundador do CIEAM, nos altos de seus 102 anos, segue pulsante em nossos corações e mentes, para mapear nossa biodiversidade, avaliar sua contribuição para a humanidade, e é o que temos buscado realizar com o mutirão de pensadores e apoiadores que elaboraram Amazônia do Futuro.
A indústria do Amazonas, através de suas entidades de classe, ensaiou com muito acerto e bons resultados, essa obviedade operacional, segundo a qual juntos somos mais fortes.
Precisamos, pois, de espírito público para evitar maiores riscos a vida das pessoas, deixar de lado as diferenças, muitas vezes fabricadas politicamente, para pensar nos problemas que devem nos unir.
Com a maior rede hidrográfica do planeta e uma biodiversidade aquática extraordinária, o país está no centro desse debate. Ao mesmo tempo, enfrenta desafios conhecidos: saneamento insuficiente, poluição por mineração, expansão agrícola e impactos das mudanças climáticas. A Amazônia, por exemplo, já apresenta sinais de contaminação por plásticos e outros poluentes, evidenciando que nem mesmo regiões consideradas remotas estão imunes