O apelo do fundador do CIEAM, nos altos de seus 102 anos, segue pulsante em nossos corações e mentes, para mapear nossa biodiversidade, avaliar sua contribuição para a humanidade, e é o que temos buscado realizar com o mutirão de pensadores e apoiadores que elaboraram Amazônia do Futuro.
A indústria do Amazonas, através de suas entidades de classe, ensaiou com muito acerto e bons resultados, essa obviedade operacional, segundo a qual juntos somos mais fortes.
Precisamos, pois, de espírito público para evitar maiores riscos a vida das pessoas, deixar de lado as diferenças, muitas vezes fabricadas politicamente, para pensar nos problemas que devem nos unir.
Na Conferência ZFM 2050, Victor Bastos, representante do CIEAM, propõe transformar a preservação dos incentivos em uma agenda de fornecedores, investimentos e produção nacional. Sua exposição dá conteúdo prático à aproximação entre Amazonas e São Paulo defendida nesta coluna.