Conhecida como rã-kambo, rã-cambô ou sapo-verde, a espécie Phyllomedusa bicolor é encontrada no topo das árvores das florestas amazônicas, sobretudo, no Brasil, Colômbia e Peru e em...
Os números levantados pela Comissão Pastoral da Terra evidenciam a intensificação dos conflitos fundiários sob o atual governo. De 2019 até o ano passado,...
Relatório divulgado nesta segunda-feira (18) pela Comissão Pastoral da Terra revela que, em todo Brasil, número de mortes por disputa de terra cresceu 75% entre 2020 e 2021
Em carta assinada por mais de 250 organizações, movimentos reforçam a necessidade da criação de políticas públicas ambientais específicas para grupos marginalizados
A política antiambiental promovida pelo governo Bolsonaro não se limita ao atropelo das leis pela “boiada”, mas inclui também o estrangulamento orçamentário do ministério...
A Constituição estabelece que todos nós temos – mas as crianças com prioridade absoluta – o direito ao meio ambiente saudável e estável. As consequências da má gestão socioambiental e climática no Brasil atingem principalmente as crianças, que são mais vulneráveis a alterações em seus ambientes. As múltiplas infâncias brasileiras, como indígenas, ribeirinhas, quilombolas, rurais e urbanas, têm voz e devem ser contempladas como cidadãs
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.