Salles explicou que mesmo a formação de consórcios para a licitação dos serviços de saneamento pode não ser viável quando as cidades em questão são distantes ou formadas por pequenas vilas separadas entre si, como no caso de municípios da Amazônia.
“Pouco se fala em seres humanos na Amazonia. É irônico pensar que um ser humano não tenha desejos de crescer socialmente e viver com dignidade, tendo acesso a saúde, a educação e oportunidade para dias melhores aos seus descendentes. Assim, projetos para Amazonas devem ter como métrica os benefícios sociais e econômicos para a população local, evidenciando-se também os cuidados ambientais”
Ele reconhece, no entanto, que “não temos ainda resultados a celebrar”, mas, entre 2019 e 2020, “os dados do sistema de avisos Deter do Inpe indicam a desaceleração do desmatamento quando comparado ao ano anterior