Se Marx estava certo ao dizer que a história se repete como tragédia e depois como farsa, estamos diante do segundo ato desse drama econômico. A diferença é que, desta vez, a plateia já conhece o roteiro Trump e pode antever as consequências. Resta saber se os setores mais afetados — no Brasil e no mundo — reagirão a tempo ou se assistirão, passivamente, a mais uma reedição do protecionismo fracassado
Assim, ao elaborar um cenário para a economia brasileira em 2025, com impactos nos anos seguintes, é imprescindível que se examinem as perspectivas de desenvolvimento do agronegócio em todas as nossas regiões. Não se trata de elaborar um exercício de projeção do futuro do agronegócio brasileiro, pois, como diz Peter Drucker “a melhor forma de prever o futuro é criá-lo”, através da concepção e da implementação de estratégias de desenvolvimento.
Em nota, a associação disse que a medida europeia representa “uma afronta à soberania nacional”, já que as restrições também seriam aplicadas às mercadorias primárias produzidas em áreas desmatadas legalmente, e não apenas àquelas produzidas irregularmente. “A União Europeia precisa entender que não são mais a metrópole do mundo [dona] e que o Brasil e demais países da América do Sul deixaram de ser suas colônias”, criticou a Aprosoja.
“Ora, se o propósito é salvar a Amazônia e se a única maneira de protegê-la é atribuir-lhe atividade voltada ao seu desenvolvimento, o caminho é outro. No Dia da Amazônia, em vez do alarmismo publicitário, por que não promover uma campanha de impacto que obrigue o poder público a investir essa dinheirama - R$ 20 bi/ano, pelo menos, nesta Amazônia social e economicamente empobrecida? Esta é a premissa de construção da Amazônia do futuro, proposta do setor privado para nosso amanhã, e do combate à desinformação e a transformação do espalhafato em informação construtiva a favor do Brasil e de nossa Terra”.
Especialista em política econômica europeia, Markus Krajewski analisa as exigências para que os produtos brasileiros respeitem o meio ambiente e os direitos humanos e...
Para Ngozi Okonjo-Iweala, primeira mulher e africana a liderar a OMC, é preciso assegurar que vacinas sejam distribuídas em todo o mundo, não só nos países ricos.