Não podemos, é importante sublinhar, seguir esperando que a União nos enxergue como alternativa sustentável de prosperidade regional e nacional. Nem esperar nem contar com a possibilidade de apoio financeiro para os projetos e programas, tanto os que estão desenhados como os que estão rodando. Não há melhor caminho do que o protagonismo de quem produz riqueza e propõe paradigmas de sustentabilidade e de prosperidade para o futuro da Amazônia.
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas