Tag: produção de soja

Em Ariquemes, a Amazônia que prospera com a soja

Nossas lojas em Ariquemes não conseguem recrutar operadoras de caixa. Esse parece o Brasil que você conhece? Então se mude para cá e traga...

Intensificação da crise climática pode derrubar PIB brasileiro e triplicar inundações, diz IPCC

São mais de 2.500 páginas e 34 mil artigos científicos citados no novo relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). Tem muita informação...

Estudo desmente “qualidade de vida” da produção de soja no Brasil

Indicadores das últimas três décadas de municípios produtores de soja analisados pelo Cebrap e UFABC quebram o mito de que esta monocultura eleva a...

Produção de soja concentra área equivalente à Itália dentro do território brasileiro

A área dedicada à agricultura no Brasil triplicou entre 1985 e 2020, de acordo com análise do MapBiomas divulgada nesta 4ª feira (20/10). Nesse período, as...

Novo guia apoia investidores e financiadores para pecuária sustentável no Brasil

A TNC Brasil apresentou neste mês um novo guia para orientar instituições financeiras para práticas mínimas e ações complementares para garantir que o crédito concedido à...

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O rio além da draga – PARTE II – Antes da concessão, o rio e seus habitantes – Coluna Follow-Up

A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.

Manaus, a cidade no coração da floresta que desaprendeu a respirar

Fumaça volta a cobrir a capital, expõe crianças e...

Trump já está interferindo na eleição brasileira?

“Da pressão sobre o STF às articulações bolsonaristas em...

O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.