Em estudo recente publicado nesta quarta-feira (12), dados do Imaflora apontam que a preservação é muito mais rentável do que o desmatamento no Amazonas
Não consigo compreender a dificuldade de diálogos construtivos para transformar a Amazônia em uma área desenvolvida. Por outro lado, agora que a seca é...
O esforço do presidente Lula para ampliar a base de doadores do Fundo Amazônia obteve mais um sucesso na última 6ª feira (5/5), com o anúncio de uma doação de cerca de R$ 500 milhões pelo governo do Reino Unido.
Precisamos ficar muito atentos à síndrome da abundância, pois ela costuma ser perversa. Não é porque temos 1/5 da água potável do planeta que nós precisamos destratar/dilapidar essa benção da natureza. Cabe recordar ainda que, em 2005, pavorosa estiagem levou nossos rios ao menor nível e volume, chamada de mega seca, assim batizada pelos cientistas. Os danos sociais e florestais foram imensuráveis. Para o meio ambiente os danos se estenderam por uma década. Pesquisas da NASA relacionaram o fenômeno ao aumento, em ocorrência e dimensão, dos furacões nos Estados Unidos. Ou seja, não dá para descuidar das demandas climáticas, especialmente, quando vivemos e geramos riqueza no modo sustentável em pleno coração da maior floresta tropical da Terra.
Com a maior rede hidrográfica do planeta e uma biodiversidade aquática extraordinária, o país está no centro desse debate. Ao mesmo tempo, enfrenta desafios conhecidos: saneamento insuficiente, poluição por mineração, expansão agrícola e impactos das mudanças climáticas. A Amazônia, por exemplo, já apresenta sinais de contaminação por plásticos e outros poluentes, evidenciando que nem mesmo regiões consideradas remotas estão imunes