“É hora de cada um abraçar sua bike e pedalar, freneticamente, em sentido físico, coletivo ou metafísico, ou seja, pedalar, avançando na somatória de esforços e da energia de cada um. Seja em Paris, Genebra, Pequim ou Afuá, só nos resta pedalar nos caminhos da sustentabilidade e da fraternidade entre as pessoas e nações a favor da Terra, a morada de todos e de casa um”.
Amazônia
Com seus objetivos inseridos na Constituição Brasileira, a Suframa padece de autonomia financeira e administrativa para exercer com mais efetividade a um dos propósitos fundamentais da Constituição do Brasil, “erradicar a pobreza, a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais”, aquele que mais se agravou ao longo dos últimos anos.
Isso vai fortalecer e adensar cadeias produtivas e de conhecimento que vão facilitar novas soluções para antigos impasses. Vamos seguir lutando, enfrentando, sempre na perspectiva de vencermos juntos cada etapa na concretização de nossos sonhos comuns, a Amazônia, o Brasil e nossa gente.
"Vemos com bons olhos essa preocupação da opinião pública mundial com a Amazônia, a retomada do Fundo Amazônia, a recomposição da liderança ambiental mundial do Brasil e o desejo expresso na COP27 para recompensar, tanto os países que são vítimas da mudança climática provocada pelas emissões dos países desenvolvidos, bem como aqueles que, como o nosso país, conserva suas florestas, premissas da redução dos danos climáticos."
No caso do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, ele acusou o segmento de ganhar milhões a fundo perdido para fabricar bikes na floresta. Aí já é demais. Como pode ser tão desinformado no trato de um polo industrial tão respeitado mundialmente como o de Manaus onde não há dinheiro público na sua instalação e desenvolvimento?
Os desafios do Amazonas são grandes demais para projetos individuais e urgentes demais para disputas menores. A hora pede convergência, responsabilidade e comunhão de propósitos