Deixar de enfrentar a crise social brasileira com determinação política, numa atitude de complacência neomalthusiana, é abrir espaço para o avanço da fome entre os pobres e os miseráveis.
O maior problema da Amazônia, na verdade, decorre da ausência de políticas públicas adequadas. A segunda metade dos anos 1950 e os 1960 configuram o período de maior efervescência, com a firme presença do governo no Setentrião brasileiro.
No caso da Amazônia, a ideia é que esses estudos auxiliem os brasileiros na busca de atividades econômicas sustentáveis baseadas em um conhecimento profundo do potencial da floresta.
Nosso ex-embaixador em Washington, Pequim e Berlim diz que o alinhamento excessivo do Governo Bolsonaro com Donald Trump tem desgastado o País não somente com a China, mas também com o Partido Democrata num momento em que Joe Biden lidera as pesquisas com 15 pontos de margem a 100 dias da eleição.
Mais importante que a disputa judicial da Zona Franca é a oportunidade de reconstruir os vínculos entre os polos econômicos do país, conectando indústria, biodiversidade, tecnologia e inteligência nacional em favor de um futuro comum.