Especialista em adaptações biológicas às mudanças climáticas na Amazônia afirma que é preciso agir para equilibrar relações entre homem e natureza e, assim, reduzir riscos de pandemias de vírus amazônicos.
Um estudo anual bastante abrangente sobre a poluição atmosférica revelou que o ar poluído vai ser responsável por 6,67 milhões de mortes no mundo, incluindo a morte prematura de 500 mil bebês.
Deixar de enfrentar a crise social brasileira com determinação política, numa atitude de complacência neomalthusiana, é abrir espaço para o avanço da fome entre os pobres e os miseráveis.