Trump tenta usar força para restabelecer poder de dissuasão e controle do preço doméstico da energia. O problema é que, se a rota do Golfo segue ameaçada, o mercado não compra bravata, compra proteção. E proteção encarece tudo.
Meio século depois do grande choque do petróleo, as tensões no Golfo Pérsico reacendem o alerta energético global e lembram ao Brasil - e à Amazônia industrial - que crises desse tipo exigem prudência estratégica, logística resiliente e visão de futuro
Estados Unidos, China e Rússia ampliam presença em regiões estratégicas enquanto o aquecimento global redefine fronteiras, rotas e o acesso a recursos naturais.
A crise...