“O que temos hoje é algo como um levantador no vôlei, que repassa a bola no meio do time inteiro e ninguém sabe quem tem que cortar. A Suframa tem levantado os tributos, mas quem vai transformar a arrecadação em ação para desenvolver? Quem de fato se importa com a Amazônia?”
Esse modo de ver tem origem e representa a perspectiva do estrangeiro. Ele constitui um dos principais problemas de gestão da floresta e da formação do Brasil. Quando o assunto é Amazônia, o brasileiro pode ser tão gringo quanto, bem, os próprios gringos.
“Um recurso gerado pelas empresas de Informática, R$992,2 milhões, que deveria ser usado para diversificar e interiorizar o desenvolvimento da Amazônia, onde os IDHs são africanos no pior sentido que se pode dar a esse indicador na Mãe África. A operação para identificar o grave sumiço de uma verba tão essencial não surtiu efeito”.
A salvação do Brasil passa pela pesquisa e desenvolvimento. Veja o alerta de Adalberto Val, ex-diretor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e leia o documento da Academia Brasileira de Ciências.
Pesquisadoras da UFPE constataram um volume de microplásticos maior do que a dos micro-organismos que alimentam os pequenos animais que, por sua vez, servem de alimento para os peixes