O estudo foi feito por pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), ligado ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações, e da Smithsonian Institution, dos Estados Unidos.
Em média, as espécies temperadas revelaram limites superiores de tolerância ao calor e à temperaturas extremas. Mas as espécies tropicais também se mostraram bem mais tolerantes ao calor do que o esperado.
A escolha desse animal vertebrado se dá porque o DNA dos peixes é parecido com o dos seres humanos, de forma que, ao analisar o impacto da qualidade da água no organismo dos peixes, é possível associar esses efeitos ao corpo humano.
Em processo de recuperação judicial e devendo mais de R$ 48 milhões para bancos, fornecedores e funcionários, o complexo de piscicultura Peixes da Amazônia, tido nos governos do PT como a redenção econômica do pescado no Estado, vive a incerteza de não ter suas atividades em pleno vapor em 2021.