Corrigir essa miopia é corrigir também a forma como o Brasil enxerga a Amazônia: não como periferia, mas como centro de soluções para a economia, a sociedade e o clima do planeta
“Cada real recolhido pela indústria deve se converter em resultado mensurável para a população. Sem isso, os bilhões continuarão sendo apenas números. Com isso,...
Durante a 2ª Jornada de Integração em Rondônia, no IFRO, serão discutidos novos projetos sob o Programa Prioritário de Bioeconomia (PPBio), incluindo um inovador sistema de créditos de carbono e uma plataforma digital para monitoramento de árvores.
Ao promover a redução do IPI, o governo justifica a ideia de que a medida se "soma às medidas de incentivo à retomada da economia e à ampliação da produtividade que estão em curso no país, contribuindo para a dinamização da produção e, consequentemente, da geração de empregos e renda". Falou-se até em dar suporte na redução dos preços e, com isso, na taxa de inflação. Cabe aqui advertir para o fato de que essa medida não terá os resultados esperados pelo Governo Federal. Como toda regra tem uma exceção, dadas as características do setor automotivo, é provável que a redução de 18,5% do IPI sobre automóveis tenha impacto na redução dos preços destes bens. Para os demais produtos, engana-se quem acredita nos resultados propagados pelo Governo Federal. Nem a medida permitirá algum grau de reindustrialização, muito menos ajudará no controle inflacionário. Na verdade, de tão frágil, a medida já caducou com o conflito entre Rússia e Ucrânia e suas consequências econômicas.
A intensificação das secas na Amazônia, com impactos diretos sobre a navegação e o abastecimento, expõe a fragilidade logística da região e recoloca a BR-319 no centro de uma agenda que envolve soberania, cidadania e segurança estratégica.