O projeto de industrialização do país não pode ficar refém de setores subsidiários de matrizes mundiais e que vão na contramão das nossas potencialidade de desenvolvimento inclusivo e ambientalmente sustentável.
Mais importante que a disputa judicial da Zona Franca é a oportunidade de reconstruir os vínculos entre os polos econômicos do país, conectando indústria, biodiversidade, tecnologia e inteligência nacional em favor de um futuro comum.