A primavera chegou à Amazônia, trazendo as primeiras chuvas que anunciam o fim de um verão escaldante. No entanto, este ano, ela nos encontrou envoltos em fumaça, com pulmões adoecidos. As queimadas atingiram níveis alarmantes, e o ar denso, carregado de fuligem, se espalha por vastas áreas, castigando as comunidades e os ecossistemas. O Alto Solimões, ainda assim, deu sinais de esperança com três horas de uma tromba d’água, que ecoou como uma sinfonia rara em meio ao caos.
Apesar das recentes chuvas no Pantanal, os incêndios continuam a ameaçar a biodiversidade, com resquícios de fogo ainda ativos, colocando em risco as araras-azuis...
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou nesta quarta-feira (17) que apenas 4% dos incêndios no Pantanal ainda não foram controlados pela equipes de enfrentamento ao fogo. Ao todo, mais de 770 mil hectares foram consumidos pelas chamas em 2024 no bioma.
A Amazônia e o Pantanal enfrentam uma severa crise hídrica e um aumento alarmante de incêndios florestais em 2024, ameaçando a biodiversidade e as populações locais.
Grande seca ameaça Amazônia e Pantanal e eleva chances de incêndios