Assinado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, um dos seus últimos trabalhos realizados antes da sua morte, o projeto do parque data de 2005. A obra tem como objetivo fomentar o turismo e custou R$ 600 mil aos cofres públicos na época.
Pesquisa com participação de Paulo Artaxo revela que gotículas de neblina carregam micro-organismos vivos e compostos bioativos, ampliando o papel da atmosfera na dinâmica da floresta.