Para os autores, a estimativa oferece dados mais realistas sobre o chamado “orçamento do carbono” – a quantidade de combustível fóssil que pode ser consumida pela humanidade sem intensificar o aquecimento do planeta.
O aporte de R$ 300 milhões confirma a capacidade de Manaus para receber empreendimentos de alta complexidade. O passo seguinte é organizar uma política de atração de investimentos que conecte o Polo Industrial à biodiversidade, à pesquisa científica e às economias do interior.