Mais uma vez, o governo Bolsonaro recorre às Forças Armadas para o combate ao desmatamento e às queimadas na Amazônia. O decreto foi publicado nesta 2ª...
Depois de passar os últimos meses escanteado nas discussões e decisões do governo federal sobre a Amazônia, o vice-presidente Mourão tenta aproveitar as encrencas...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.