Planejar é preciso. O governo não pode se limitar, letargicamente, à simples gestão do equilíbrio fiscal, enquanto produtores e consumidores ficam à espera da redução das incertezas para tomar as suas decisões sobre a construção do futuro. Como diz Peter Drucker: “:A melhor forma de prever o futuro é criá-lo”.
O aporte de R$ 300 milhões confirma a capacidade de Manaus para receber empreendimentos de alta complexidade. O passo seguinte é organizar uma política de atração de investimentos que conecte o Polo Industrial à biodiversidade, à pesquisa científica e às economias do interior.