No contexto da redução das atividades econômicas e das demandas por diversos bens e serviços, verifica-se também uma significativa queda nos preços do carbono em muitos mercados pelo mundo.
“O número de falsos positivos na análise do INPE é de apenas 2,9%. O problema são as queimadas onde o satélite não vê”, explica Claudio Angelo, coordenador de comunicação da ONG.
Análises complementares relacionam de maneira ainda mais direta o fogo ao desmatamento. Uma nova ferramenta de mapeamento de queimadas desenvolvida pela Nasa, a agência espacial americana, aponta que 54% dos focos de fogo este ano na Amazônia têm origem no desmatamento.
Imagens recebidas pela MetSul em suas redes sociais mostravam o que parecia uma névoa durante a tarde na capital paranaense, mas, na realidade, era fumaça de queimadas.
O desmatamento no bioma amazônico brasileiro atingiu 4.749 quilômetros quadrados – uma área pouco maior que três cidades de São Paulo juntas – no período de janeiro a julho de 2020.
As notícias mostram imagens da Amazônia em meio à fumaça que pode ser vista do espaço, mapas com inúmeros pontos de fogo, de uma população desesperada, de incêndios em árvores e florestas e figuras com diferentes fontes e interpretações.