“As empresas japonesas, desde os primórdios, também aqui depositaram a energia de seu entusiasmo, contribuindo decisivamente para a transformação econômica, social e cultural de nossa região. MotoHonda, um orgulho da ZFM, a Yamaha, com capital amazonense, Semp/Toshiba, Fuji, são mais de quarenta empresas de alto nível, gerando emprego, renda, oportunidades e proteção florestal. Gratidão, gratidão pela amizade e parceria em favor da Amazônia.”
Conselheiro do CIEAM e diretor da Moto-Honda da Amazônia, João Batista Mezari é o que se pode chamar de factótum, pelo tamanho de sua disponibilidade e colaboração. Na semana passada, recebeu a Medalha Tiradentes(*), um reconhecimento da Polícia Militar do Estado do Amazonas, por seu desempenho na coordenação do grupo Anjos da Guarda, um projeto do Polo Industrial de Manaus. São iniciativas e ações efetivas para resguardar a segurança dos trabalhadores da Distrito Industrial. “Nossos colaboradores precisam ir e vir com segurança”. Eles são o esteio dos investimentos de Manaus. Cuidar deles não é ônus. É um valioso bônus. Essa é a razão de buscar envolvimentos das empresas e recomendar o uso de tecnologias adequados para o combate da violência que atormenta os colaboradores da Indústria. Destinada a autoridades civis e militares, a Medalha Tiradentes é entregue a membros da sociedade que prestaram relevantes serviços à causa pública. A cerimônia de entrega da comenda foi realizada no Teatro Amazonas, nesta quinta-feira, (21). A solenidade militar homenageia Tiradentes, Herói Nacional e patrono das Polícias Militares do Brasil. Confira:
Palavras o vento leva, senhores, e quem fala muito dá bom dia a jumento, diz a discreta sabedoria mineira. Guedes se prontificou a negociar o oxigênio - “produzido” pela floresta conservada do Amazonas - com os Estados Unidos, e zombou das empresas que estavam em Manaus por conta da compensação tributária, “tendo à sua disposição grandes negócios a partir da floresta”. E foi embora para não mais voltar. Sabe o que se deu com suas promessas? Nada.
Após 55 anos de batalha pelo desenvolvimento regional, a economia do Amazonas tem um portfólio robusto para prestação de contas ao contribuinte e demais interessados no crescimento socioambiental e econômico da Amazônia. Construímos uma história inserida na evolução natural do conhecimento, amparada em valores colaborativos e compromissos éticos.
O desafio para a indústria neste momento é demonstrar que o programa ZFM de redução das desigualdades regionais é também superavitário em sua contabilidade ambiental. O Eldorado é verde porque é inestimável a riqueza que se esconde no viço de uma floresta em pé, da floresta que queremos em pé.