Para evitar tragédias como a que ocorreu no Pantanal em 2020, quando quase 30% do bioma foi queimado, pesquisadores alertam para a necessidade de um manejo adequado das áreas mais propícias ao fogo no país
O nomeado, Samuel Vieira de Souza, é coronel da reserva do Exército e foi assessor de gabinete do ex-ministro, Ricardo Salles, desde o começo da sua gestão
O Ministério do Meio Ambiente terá 120 dias para apresentar um plano de ação com cronograma e medidas que corrijam as falhas apontadas pelo TCU, como a asfixia do Ibama por falta de fiscais
Em documento, novo ministro culpa Covid por cancelamento de quase metade das operações do Ibama, comemora ações que não saíram do papel e tenta desqualificar INPE
A solução definitiva para a Amazônia é a prosperidade verde. Começando de onde a governança do passado falhou. A Amazônia não pode ser tratada como problema de árvore, de polícia ou de pobre. Ela precisa ser vista como uma oportunidade que o destino generosamente colocou diante de todos nós, para refazer o futuro. Na Amazônia, o Brasil tem a rara chance de implementar um grande projeto produtivo, tecnologicamente avançado, socialmente includente e verde.
Em tempos de protagonismo do setor privado, as empresas da região, especialmente às que operam sob o guarda-chuva da Zona Franca de Manaus, podem decidir se querem continuar ocupando o papel de caricatura — o tal “ventilador no meio da selva” — ou se estão dispostas a assumir o lugar de atores e promotores de uma economia amazônica que, enfim, decide produzir riqueza a partir da floresta em pé e da inteligência das pessoas que a habitam