Publicado em setembro na Global Change Biology, o estudo indicou que as florestas secundárias amazônicas absorveram menos de 10% do carbono emitido pelo desmatamento nos últimos 30 anos
A implementação do Acordo Mercosul-União Europeia foi defendida ainda pela ministra da Agricultura de Portugal, Maria do Céu Antunes, que também participou do encontro.
Infelizmente, no momento atual brasileiro, isso parece ser uma realidade muito distante. Cada vez mais a sociedade civil, cientistas e povos indígenas são ignorados e sua presença é rechaçada em decisões governamentais.
O país precisa compreender com precisão técnica e visão de longo prazo que a vocação industrial da Amazônia serve ao interesse nacional, ao equilíbrio macroeconômico e à consolidação de uma estratégia de desenvolvimento compatível com as transições tecnológica, energética e climática em curso