Tag: Marcos Fermanian

Dia do Motociclista: Habilitações crescem 51% em dez anos

Brasileiros estão optando pela motocicleta, que garante mais agilidade nos deslocamentos e pesa menos no bolso A motocicleta está cada vez mais presente no dia...

Produção de motocicletas atinge melhor resultado em sete anos

No acumulado dos cinco primeiros meses, foram fabricadas quase 570 mil unidades no Polo Industrial de Manaus As fabricantes de motocicletas produziram 569.598 unidades nos...

Indústria de motocicletas produz 327 mil unidades no primeiro trimestre

Produção registra alta de 37,8% na comparação com o mesmo período do ano passado

Abraciclo assina termo de compromisso com o PNATRANS para redução de mortes no trânsito

Meta do PNATRANS é reduzir pela metade o número de mortes e lesões de trânsito até 2028

Indústria Produz Mais de 190 Mil Motocicletas no Primeiro Bimestre

Fevereiro teve 107.046 unidades produzidas, o melhor resultado para o mês desde 2015 As fabricantes de motocicletas instaladas no Polo Industrial de Manaus – PIM fecharam o...

Abraciclo – Produção de motocicletas ultrapassa 123 mil unidades em Agosto

Setor registra o segundo melhor resultado do ano; na comparação com julho, alta é de 30,2%

Artigos populares

O rio além da draga – PARTE II – Antes da concessão, o rio e seus habitantes – Coluna Follow-Up

A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.

Manaus, a cidade no coração da floresta que desaprendeu a respirar

Fumaça volta a cobrir a capital, expõe crianças e...

Trump já está interferindo na eleição brasileira?

“Da pressão sobre o STF às articulações bolsonaristas em...

O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.