Brasileiros estão optando pela motocicleta, que garante mais agilidade nos deslocamentos e pesa menos no bolso
A motocicleta está cada vez mais presente no dia...
No acumulado dos cinco primeiros meses, foram fabricadas quase 570 mil unidades no Polo Industrial de Manaus
As fabricantes de motocicletas produziram 569.598 unidades nos...
Fevereiro teve 107.046 unidades produzidas, o melhor resultado para o mês desde 2015
As fabricantes de motocicletas instaladas no Polo Industrial de Manaus – PIM fecharam o...
A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.