Ser poronga na Amazônia, portanto, significa identificar os arautos da propaganda perversa e mal intencionada que defende o desmatamento para atividades nocivas ao tecido social, ao clima e ao país. Ser poronga é cuidar do meio ambiente e, principalmente, clarear resguardar os direitos civis das 30 milhões de pessoas que aqui vivem, sabem proteger a floresta e devem ser tratados como protagonistas de sua gestão sustentável e da distribuição dos benefícios da prosperidade inteligente e coletiva.
“Queremos sempre que a loja seja esse ambiente acolhedor e moderno, e que proporcione uma nova experiência ao cliente”, afirmou Denis Minev, Diretor-Presidente da Bemol, durante a cerimônia de inauguração.
Para o arcebispo, há insensibilidade da parte do governo federal. “O governo federal teria a obrigação, através da Funai, através da fiscalização, de cuidar melhor da nossa Amazônia. Também não sei se existe muito interesse da parte dos governos locais”, criticou.
Por Mônica Nunes
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