O diferencial entre o pioneirismo amazônico e os investidores que se instalam eventualmente na região, é precisamente o fato de empreender na floresta e com ela imediatamente se comprometer. Um legítimo pioneiro da Amazônia é aquele que relaciona a economia regional com a proteção florestal. Isso se transformou numa cultura de gestão coerente e competente da Amazônia por parte dos pioneiros que aqui se instalaram e inauguraram um padrão único e decisivo que nos conferiu nossa identidade fabril intimamente plugada na proteção ambiental.
E a boa notícia é que temos uma dose generosa de sugestões que as entidades da indústria, especialistas locais e nacionais em economia e desenvolvimento regional, com suporte acadêmico da Fundação Getúlio Vargas, estão chamando de Amazônia do Futuro.
“E só assim, oferecendo emprego e condições dignas de trabalho, poderemos avançar na economia da Amazônia do Futuro – as bases já estão fincadas – buscando na biodiversidade as soluções farmacológicas, nutricionais e dermocosméticas demandadas pela humanidade.”