Inauguração de nova Fábrica de Motores e reorganização de linhas de produção foram viabilizadas pelo aporte de R$ 500 milhões, com o objetivo de tornar a empresa referência em eficiência produtiva.
“Não se trata apenas de produzir a castanha. É preciso toda uma estrutura e gestão para que se possa trabalhar com o desenvolvimento sustentável, além de usar ao máximo a Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), inclusive, na administração em prol de todos os membros das associações e cooperativas. Estamos em um momento importante de mudar a cultura, porque o Governo do Estado se interessa muito pelo interior, pelo setor primário, no sentido da interiorização do desenvolvimento”, reforçou o secretário.
A contribuição da Amazônia neste sentido se faz crucial, uma vez que a região abriga uma biodiversidade diferenciada que, aliada a novas tecnologias, podem gerar maior sustentabilidade a produtos e serviços.
E o que tem a ver com isso a quebra da cadeia global de suprimentos, a tal quebra da globalização? As crises, dizem os pedagogos, são oportunidades de crescimento quando tratamos do desenvolvimento humano e são excelentes janelas de oportunidades para quem está empenhado em criar/aproveitar as novas alternativas de novos negócios que temos buscado para a região.
Uma websérie produzida pela Prefeitura de Manaus, por meio do Conselho Municipal de Cultura (Concultura), com o apoio da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), apresenta ao público, desde o último dia 11 até 25/10, como parte das comemorações do aniversário de 352 anos de Manaus, os artistas indígenas que participam da 1ª Mostra de Arte Indígena, exibida nas redes sociais.
Para o presidente do Cieam, Wilson Périco, a região precisa buscar novas alternativas econômicas. “E entra também na questão de desenvolvimento das atividades econômicos além dos muros da capital. Aí não depende do modelo Zona Franca. Estou falando em desenvolver as novas matrizes dentro das potencialidades do nosso estado”, afirmou.