“Aqueles que produzem riqueza para o poder público gastar – quase sempre sem critério nem racionalidade – vão ter que apagar o fogo da habitual inoperância, mesmo que isso venha representar desemprego, exclusão social, fome e violência. Por que não rever os tais privilégios?”
Das bodas de Caná à devoção de Nazaré e Aparecida, a atenção de Maria às necessidades humanas inspira uma reflexão sobre a paz, a responsabilidade das lideranças e a prosperidade na Amazônia e no Brasil.