“Aqueles que produzem riqueza para o poder público gastar – quase sempre sem critério nem racionalidade – vão ter que apagar o fogo da habitual inoperância, mesmo que isso venha representar desemprego, exclusão social, fome e violência. Por que não rever os tais privilégios?”
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.