Em entrevista, a cientista Luciana Gatti enfatiza a importância crucial da Amazônia na regulação do clima global e destaca como as atividades humanas criam um desbalanço - com destaque especial a gestão ambiental do governo Bolsonaro. Ela também ressalta o papel das políticas públicas na reversão do desmatamento e se mostra otimista quanto às futuras pesquisas para entender melhor a absorção de carbono pela floresta.
Dois cientistas que trabalham permanentemente com a questão das mudanças climáticas a partir da Amazônia, Niro Higuchi, do INPA e
Luciana Gatti, do INPE, se manifestaram sobre a dramaticidade do Relatório do IPCC, e da dificuldade da floresta amazônica, sob queimadas
e desmatamento, cumprir seu papel de redução dos distúrbios das mudanças climáticas. Acompanhe.
Estudo liderado por Luciana Gatti, aponta que Amazônia já emite mais carbono do que é capaz de absorver; desmatamento e queimadas em nosso país são os principais vetores
A chegada dos meses mais secos na Amazônia, de agosto a outubro, traz um roteiro previsível para a química Luciana Gatti, pesquisadora do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). É quando a floresta, depois de desmatada, é queimada e, como consequência, despeja na atmosfera toneladas de gases de efeito estufa.
Unidade não exige pensamento uniforme. Exige apenas maturidade suficiente para reconhecer que certos desafios são maiores do que qualquer grupo, governo ou instituição.