O Floresta+, inicialmente (e falsamente) vendido pelo ministro Ricardo Salles como “o maior programa de pagamento por serviços ambientais do mundo”, obteve US$ 96,5 milhões (cerca de R$ 500 milhões) do Fundo Verde do Clima (GCF, na sigla em inglês). A negociação foi iniciada em 2018, no governo Temer.
((o))eco revelou que Ricardo Salles destinou, em tempo recorde e atropelando procedimentos, R$ 6,2 milhões reservados ao fundo em 2020 para uma única iniciativa, o programa Lixão Zero, em Rondônia
Com apoio técnico do Observatório do Clima (OC), quatro partidos de oposição pedem ao Supremo Tribunal Federal (STF) que determine em caráter liminar a suspensão imediata do uso dos recursos não reembolsáveis do Fundo Clima no projeto Lixão Zero de Rondônia.
Entre as operações de procedimento duvidoso na tramitação do projeto, chama a atenção o empenho (reserva no orçamento) este ano de R$ 8,9 milhões para as ações do Lixão Zero em Rondônia, que incluem os R$ 6,2 milhões do Fundo Clima.