Precisamos romper com diálogos de mudos ou de analfabetos em Libra que descrevem a relação entre economia e academia no país e, emergencialmente, na Amazônia.
Caracterizando e definindo o que é desenvolvimento para a região, e admitindo a realidade de seu ambiente físico e social, se poderá desenvolver a Amazônia, mas do seu jeito.
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.