Num momento onde a ideologia do liberalismo econômico é mais forte do que nunca no dito e no não dito das pessoas, é fácil assumir-se liberal na economia. Difícil é respeitar as instituições. Difícil é respeitar o rito do processo legal, e os direitos humanos.
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas