Entre os elementos constitutivos do Custo Brasil, nosso maior fator de afastamento de investidores, estão as dificuldades estruturais, burocráticas, trabalhistas e, é claro, econômicas – trabalhar cinco meses por ano para o governo não dá - que atrapalham o crescimento do país.
O Prêmio Elos da Amazônia 2021 Ed. Açaí busca por tecnologias disruptivas e inovadoras que promovam melhorias nas cadeias produtivas amazônicas. As tecnologias podem estar em qualquer nível de maturidade de desenvolvimento.
A primeira edição da Mostra de Integração de Projetos Inovadores para Produção Regional teve como objetivo impulsionar o desenvolvimento de produtos amazônicos de alto...
Estudo da CVM foi feito com base em reclamações de investidores
Sondagem feita pelo Centro de Estudos Comportamentais e Pesquisas (Cecop), da Comissão de Valores...
O plantio e cultivo de árvores de espécies nativas brasileiras para uso econômico – a silvicultura de nativas – é uma importante oportunidade para o desenvolvimento econômico do Brasil. De um lado, é uma atividade que gera emprego, renda e divisas para o país, e do outro, tem grandes benefícios ambientais, como a absorção de carbono da atmosfera, melhoria da qualidade do solo e da água e a redução da pressão do desmatamento e degradação de florestas naturais.
Governos nacionais enfrentam um desafio triplo no momento: recuperar-se crise econômica causada pela Covid-19, promover um desenvolvimento sustentável e inclusivo e solucionar a crise climática. Uma nova pesquisa mostra que focar nas cidades é fundamental para superar esses desafios e, ao mesmo tempo, gerar benefícios econômicos, sociais e ambientais.
A economia da floresta em pé é, por definição, uma economia de prazo longo. Ela exige investimento contínuo, qualificação, logística estável, pesquisa, financiamento paciente e, sobretudo, capacidade de fazer a prosperidade chegar aos rios, às estradas e aos municípios distantes — onde o custo de produzir legalmente ainda é alto demais para muita gente.