“…considerar o homem como parte integrante deste bioma, desses ricos ecossistemas, conferindo-lhe o papel de condutor e líder do processo de avanço, e mudança...
“Não estamos falando de intocabilidade e sim do manejo inteligente de nossas potencialidades, previsto em Lei e que nos permitirá diversas
iniciativas de bionegócios, com as ferramentas da inovação tecnológica, e de forma sustentável, para implantar a economia de nossa diversidade biológica, geológica e de serviços ambientais.”
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.