A economia, ora em vigor no Amazonas e que se expande para a Amazônia Ocidental mais Amapá, está fundada numa compensação fiscal que utiliza 8% de todo o pacote de isenções fiscais do Brasil.
O aporte de R$ 300 milhões confirma a capacidade de Manaus para receber empreendimentos de alta complexidade. O passo seguinte é organizar uma política de atração de investimentos que conecte o Polo Industrial à biodiversidade, à pesquisa científica e às economias do interior.