Os autores da ação também pedem fim no desmatamento em terras indígenas e áreas de conservação ambiental, um plano de fortalecimento de órgãos como Ibama, ICMBio e Funai.
O Brasil deve instituir urgentemente sua agenda de sustentabilidade, garantindo a sobrevida dos ecossistemas, da biodiversidade e da sua população. Trata-se de uma questão de sobrevivência.
Mais importante que a disputa judicial da Zona Franca é a oportunidade de reconstruir os vínculos entre os polos econômicos do país, conectando indústria, biodiversidade, tecnologia e inteligência nacional em favor de um futuro comum.