O estudo foi feito por pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), ligado ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações, e da Smithsonian Institution, dos Estados Unidos.
André Julião | Agência FAPESP – Um comportamento raro em peixes, embora conhecido em baleias, lobos, golfinhos e outros poucos mamíferos, foi registrado pela primeira...
A intensificação de ações da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) para contribuir com o desenvolvimento mais aprofundado do Distrito Agropecuário da Suframa...
Desde de 2018 na categoria “em perigo de extinção” da “lista vermelha” da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), o boto cor-de-rosa ganhou no fôlego em sua jornada de sobrevivência nos rios Amazônicos, com a moratória interministerial
O Brasil é o último reduto abundante na oferta de produtos florestais e serviços ambientais do planeta. Este potencial permanece deitado em berço esplêndido à espera de uma política robusta de quem queira abraçar a vocação do Manejo Florestal Sustentável-MFS da Amazônia e de REED(*). Trata-se de um formato, parodiando o Mestre Samuel Benchimol, teoricamente viável, ambientalmente sustentável, economicamente lucrativo e socialmente promissor. E quando se fala que esta modelagem de negócios é ambientalmente sustentável isso significa que conserva e, mais do que isso, robustece os parâmetros florestais. Quem diz isso é a ONU, certamente inspirada e baseada num dos mais respeitados pesquisadores em Ciências Florestais de seus quadros e do planeta: NiroHiguchi. Nessa entrevista, ele comenta os equívocos, anota oportunidades perdidas, prevê que o Brasil não vai cumprir compromissos do Acordo do Clima e sugere algumas pistas legais para que a evolução do desenvolvimento sustentável aconteça. Confira!
A história dos pioneiros amazônicos talvez ensine exatamente isso: desenvolvimento regional nunca foi resultado de fórmulas prontas. Sempre foi fruto de adaptação, coragem e compreensão profunda da realidade amazônica.