A Zona Franca de Manaus, embora com vigência na Constituição até 2073, com certeza será impactada negativamente pela reforma tributária, se não houver o devido cuidado na manutenção de estímulos fiscais que atraiam investimentos responsáveis pela industrialização e geração de empregos em toda a região e no Polo Industrial de Manaus, importante centro de produção que não pode ser inviabilizado.
Em busca de combater as mazelas sociais que acometem a região mais paradoxalmente pobre do país, um grupo de técnicos e cientistas se reuniram para elaborar um plano para o estado do Amazonas liderar o futuro de ciência e tecnologia trazendo desenvolvimento mantendo a floresta em pé
Na viagem de Lula para o principal parceiro comercial do Brasil, foram assinados uma série de memorandos firmando novas parcerias em busca da industrialização de ambos os países. Entre os assuntos de interesse ambiental está a atração de investimentos em energia renovável, infraestrutura verde, manejo sustentável de florestas, tecnologia e inovação
Reiteramos nossas boas vindas ao superintendente Bosco Saraiva, e nos colocamos à disposição para trabalharmos em mutirão pelo Amazonas, pela infraestrutura precária e cara que compromete a competitividade, com ênfase para os gargalos logísticos, pela ausência do balizamento e dragagem de nossas hidrovias, pelo pesadelo viário da BR-319 e BR-174, pelos PPBs glosados sem razões procedentes e pela redução das tarifas de energia e comunicação, que tornam longínquas as distâncias entre a Amazônia e o resto do país.
Em um paradigma mais capitalista, precisamos desenvolver a indústria do Amazonas, encontrando meios de corrigir seus problemas, aproveitando seu potencial, para que não fiquemos sempre no contrapé – em uma rota extrativista enquanto o mundo busca se reindustrializar. Precisamos sair do labirinto do imaginário de que a atividade industrial não cabe na Amazônia.
“Doutor em engenharia de transportes, o professor Augusto César Barreto Rocha tem se dedicado a promover ações compartilhadas entre academia e a economia, particularmente no que se refere a precariedade de infraestrutura para o Polo Industrial de Manaus.” Confira.