O relatório documenta o avanço das atividades extrativistas, projetos de infraestrutura e queimadas nos nove países que dividem o território amazônico e traz um panorama das ameaças que avançam sobre a maior floresta tropical do mundo.
Áreas com a chamada “Terra Preta de Índio”, fertilizadas com carvão de restos de fogueira e resíduos de alimentos, contribuíram para enriquecer os ecossistemas locais
A Floresta pode perder sua capacidade de se manter como floresta tropical úmida, mesmo que o Brasil consiga zerar o desmatamento. Portanto, reduzir a queima de combustíveis fósseis é tão (a ou mais) importante quanto zerar o desmatamento de florestas tropicais.
Entre desafios logísticos, pressão internacional e transição climática, a indústria do Amazonas consolidou uma experiência singular de desenvolvimento associado à floresta em pé, com mulheres assumindo papel cada vez mais estratégico nos espaços de liderança, inovação e transformação regional.