Análises complementares relacionam de maneira ainda mais direta o fogo ao desmatamento. Uma nova ferramenta de mapeamento de queimadas desenvolvida pela Nasa, a agência espacial americana, aponta que 54% dos focos de fogo este ano na Amazônia têm origem no desmatamento.
A expertise científica de quase seis décadas do INPE, que vem servindo especialmente nos últimos 15 anos para monitorar o desmatamento da Amazônia via satélite, parece não ter relevância para Mourão.
O Senado Federal criou uma comissão especial para acompanhar as ações de combate às queimadas no Pantanal. O grupo visitará a região de Poconé (MT) no próximo sábado (19/9), para fazer diligências em áreas afetadas pelo fogo e conversar com brigadistas e autoridades locais
A liberação dos recursos foi assinada no início da tarde de ontem (16) em Cuiabá, em reunião entre o ministro Rogério Marinho e o governador do estado, Mauro Mendes.
Segundo o órgão, as queimadas que chamaram a atenção do mundo a partir de agosto de 2019, "parecem ter sido um sintoma da perda de florestas primárias, mais do que uma causa direta".
Mesmo nos ambientes onde queimadas são naturais, como no Cerrado, as mudanças no regime de fogo para além do que esses ambientes conseguem suportar colocam em risco várias espécies, inclusive a humana.
Mais importante que a disputa judicial da Zona Franca é a oportunidade de reconstruir os vínculos entre os polos econômicos do país, conectando indústria, biodiversidade, tecnologia e inteligência nacional em favor de um futuro comum.