Nesse contexto, a insensatez do imperativo da desindustrialização, à exceção da agroindústria das commodities brasileiras, se torna clara. Nós conquistaríamos prioridade na oferta de alimentos, em compensação vamos ajudar a resgatar a cadeia asiática de suprimentos em todo seu esplendor mandarim. Em tempo, a inserção da Bioeconomia, pelo que está escrito no Plano Diretor da Embrapa para 20/30, será pinçada sempre e quando desenvolver sua inovação nanobiotecnológica voltada para o bioma cerrado. Não para o imensurável banco de germoplasma da Amazônia. É o que está acordado.
Elton Alisson | Agência FAPESP – A despeito de o Brasil ter um dos mais bem-sucedidos programas de vacinação, não é possível saber exatamente quantos...
A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara promove, junto com a Frente Parlamentar Mista dos Direitos dos Povos Indígenas, audiência pública nesta segunda-feira (19) sobre a imunização...
A decisão é do ministro do STF Ricardo Lewandowski, em ação protocolada pelo governo do Maranhão, que pediu para importar a vacina Sputnik V, da Rússia.
País foi produtor relevante – mas setor desestruturou-se após adesão ao regime das patentes. Agora, importamos 95% dos ingredientes farmacológicos ativos; também por isso, vacinação é lenta. Mas há saída – e a chave pode ser o SUS
Os desafios do Amazonas são grandes demais para projetos individuais e urgentes demais para disputas menores. A hora pede convergência, responsabilidade e comunhão de propósitos