Estado possui mais de 2,5 milhões de hectares de áreas ainda não destinadas. Cerca de 50% deste total é classificado como de importância biológica extremamente alta
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas