E entre uma festa e outra, da padroeira, Páscoa ou quaisquer desculpas ou formatos de sublimação, fui treinando o vatapá amazonense, fazendo de cobaias meus contemporâneos de clausura, sempre justificando a confraria com a profecia de Dona Amazonas: “meu filho, em SP você vai se deparar com um grande vazio, por isso, vatapá.”.