A Associação Comercial do Amazonas teve participação efetiva nessa retomada momentânea da economia. Sob a batuta de Cosme Ferreira, um
cearense que veio para o Amazonas com 2 anos de idade, e aqui ficou até morrer e, através da ACA, teve uma atuação que deixou grandes e
positivas marcas no Amazonas. Uma delas foi apresentar ao Congresso Nacional um projeto que criava a Estação Experimental do Guaraná, em Maués.
“O fato é que já passou da hora de os verdadeiros defensores da Amazônia saírem do imobilismo a fim de enfrentar os inimigos da região, externos e internos, que aqui se encastelam há décadas usufruindo de suas riquezas naturais sem mover uma palha para impedir a degradação da floresta e do solo”.
A história dos pioneiros amazônicos talvez ensine exatamente isso: desenvolvimento regional nunca foi resultado de fórmulas prontas. Sempre foi fruto de adaptação, coragem e compreensão profunda da realidade amazônica.