“Em uma economia de mercado, os preços são críticos para a alocação de recursos, para orientar os investimentos, para orientar a regulamentação. É preciso ter alguma noção dos benefícios da redução de carbono. Ou do custo de não reduzir o carbono, de qualquer forma”, explicou Stiglitz
Nenhum discurso verde pode apagar o fato de que, desde que Bolsonaro assumiu o cargo, uma área de floresta do tamanho da Bélgica virou cinza só na Amazônia. Ou que o Brasil foi provavelmente o único país do G20 a aumentar suas emissões de carbono no ano pandêmico de 2020.