A autorização foi dada com base na Resolução da Diretoria Colegiada, que avalia se podem ser disponibilizados à população brasileira produtos fabricados por empresas certificadas.
“Sem vinculação partidária ou eleitoral, o CIEAM tem razões institucionais para cobrar a preservação das garantias da Zona Franca e a transformação dessas conquistas em investimento, emprego e desenvolvimento regional.”