”É vital que os jovens compreendam porque, passados dois séculos, o Brasil central continua de costas, de cócoras para o Norte, e nos considera cidadãos sem rosto, sem alma, vivendo na Amazônia esfumaçada que a nação resiste em proteger/abraçar e a ela se entregar”.
“O fato é que já passou da hora de os verdadeiros defensores da Amazônia saírem do imobilismo a fim de enfrentar os inimigos da região, externos e internos, que aqui se encastelam há décadas usufruindo de suas riquezas naturais sem mover uma palha para impedir a degradação da floresta e do solo”.
Enquanto a eleição se ocupa do próximo mandato, o El Niño, o desmatamento e os eventos extremos já cobram do país uma fatura bilionária em alimentos, saúde, transporte, energia, educação e infraestrutura