Cuidemos da ZFM porque ela ajuda o amazônida ainda não suficientemente estruturado para alavancar sozinho sua economia. Cultivemos e cuidemos do PIM porque ele é a base da ZFM. O jogo hoje é ganha-ganha; no Day After terá perdedores.
O tempo urge, nossa independência chega ao bicentenário e a economia da Amazônia tem tudo para contribuir nos fundamentos da economia sustentável e inovação tecnológica da nova e exuberante civilização brasileira.
E o que tem a ver com isso a quebra da cadeia global de suprimentos, a tal quebra da globalização? As crises, dizem os pedagogos, são oportunidades de crescimento quando tratamos do desenvolvimento humano e são excelentes janelas de oportunidades para quem está empenhado em criar/aproveitar as novas alternativas de novos negócios que temos buscado para a região.
“Qual a rota de saída? Começará pela decisão de transformar a região por meio da sustentabilidade. Por meio do respeito e do desenvolvimento de sua própria sociedade. Com lideranças locais. Com executores locais. Com a ajuda do mundo – abertos para a globalização que se reinventa nesta época de trabalho remoto. Poderíamos ter um esforço concentrado e internacional pelo desenvolvimento sustentável da região. A COP26 chegará em alguns dias. Temos esta oportunidade.”
A melhor compreensão do processo de globalização das águas irá permitir que governos, empresas e consumidores possam contextualizar melhor a sua responsabilidade social e suas políticas (alocativa, distributiva, regulatória, conservacionista) de sustentabilidade desse recurso ambiental. Como já dizia Guimarães Rosa: “A água de boa qualidade é como a saúde e a liberdade, só tem valor quando acaba”.
Ele renegou o racionalismo eurocêntrico, baseado em fragmentação do saber, na busca da certeza e no tecnomercado. E sua aposta na indeterminação levou-o a ver na ação e na metamorfose as únicas esperanças contra a devastação e a barbárie
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.